Exploring Transnational Modernisms at the Symposium

Understanding Transnational Modernisms

The concept of transnational modernisms encompasses various interpretations and influences that shape artistic and literary movements across different cultures. This symposium seeks to delve deep into these perspectives, highlighting the complexity and diversity inherent in modernist thought. Unlike traditional views that often confine modernism to a singular geographical or cultural space, this event encourages a broader dialogue that embraces the interconnections among global modernities.

Key Themes and Discussions

Each symposium will feature thought-provoking themes. The first symposium, scheduled for 2025, is themed around “Encontros, Divergências e Fronteiras” (Encounters, Divergences, and Frontiers), focusing on the various dialogues and disputes that define modernist expression. The second symposium in 2026 will tackle “Rupturas e Permanências” (Ruptures and Permanences), which aims to explore what persists despite the changes in modernist discourse. Each session will include panels led by distinguished scholars and practitioners, allowing for rich discussions that challenge preconceived notions of modernism.

Engagement and Resources

To facilitate ongoing engagement, the symposium will provide a digital platform for participants to access materials such as podcasts, video recordings, and academic papers. Attendees can look forward to live broadcasts of the sessions on platforms like YouTube, ensuring that the conversation about modernism is accessible to a wider audience. The symposium’s website will serve as a central hub for announcements, updates, and additional resources related to both events, fostering a community around the exploration of modernist literature and art.

Exploring Transnational Modernisms: An Insight into Upcoming Symposiums

Introduction to Transnational Modernisms

The concept of modernism has transcended geographical boundaries, giving rise to what scholars now refer to as transnational modernisms. This idea reflects a rich tapestry of literary and artistic movements that emerged as various cultures interacted and influenced each other in the early 20th century. The symposium on transnational modernisms aims to delve into these interactions, presenting a platform for discussions that explore the complexities and nuances of this pivotal era in arts and letters.

Upcoming Symposiums and Themes

In keeping with this scholarly endeavor, two significant symposiums are scheduled for 2025 and 2026. The first, titled “Encounters, Divergences, and Borders,” will examine the dialogues between various modernist movements worldwide. Attendees can expect a comprehensive program featuring panels with esteemed speakers who will shed light on these vital discussions.

The subsequent symposium in 2026, themed “Ruptures and Permanences,” will address the enduring impacts of modernism and its legacies in contemporary literature. Both events promise a blend of insightful presentations and engaging discussions, aimed at fostering a deeper understanding of modernist literature’s transnational dimensions.

Conclusion and Participation

Participants from various backgrounds are encouraged to engage with the themes presented at these symposiums. By fostering dialogue around transnational modernisms, we can better appreciate how diverse artistic legacies interact and inform one another. For regular updates and detailed information about the events, prospective attendees should stay tuned to our official announcements. It is a wonderful opportunity for scholars, students, and enthusiasts to enrich their perspectives and contribute to the ongoing discourse in this vibrant field.

III Seminário Internacional FORTRALIT

Nos dias 8 e 9 de maio de 2025, a UERJ sediou o III Seminário Internacional FORTRALIT, com convidados provenientes de vários estados do Brasil, além de universidades estrangeiras.

No dia 08/05, participei da mesa-redonda de número 4 como mediador.

No dia 09/05, participei da mesa-redonda de número 7: Poesia, tradução e teoria, como conferencista convidado.

Dia 08/05: Mesa-redonda de número 4 – Tradução Literária, Negritude e Periferia

Com grande satisfação, mediei a Mesa-redonda de número 4: “Tradução Literária, Negritude e Periferia”, dando seguimento à progrmação do evento.

A mesa encerrou o primeiro dia de debates e reuniu três professores-pesquisadores cujos trabalhos têm contribuído significativamente para o estudo e o ensino de literaturas afro-diaspóricas e periféricas, bem como de questões ligadas à sua tradução no Brasil e no mundo.

A primeira apresentação, “Tradução Literária na encruzilhada das Afrodiásporas”, foi feita pelo professor Felipe Fanuel Xavier Rodrigues. Professor adjunto de Língua Inglesa no ILE e permanente no Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ, Felipe possui doutorado em Literatura Comparada também pela UERJ, com período de estágio doutoral em Dartmouth, New Hampshire, Estados Unidos, com bolsa CAPES/Fulbright, e Pós-Doutorado em Letras no Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ (2016-2017), com bolsa FAPERJ Nota 10. Pesquisador e tradutor de língua inglesa no Escritório Modelo de Tradução Ana Cristina César da UERJ, Felipe é membro do Comitê Executivo do Luso-Brazilian Forum da Modern Language Association (a MLA), e atualmente ocupa a sua presidência. Procientista UERJ/FAPERJ e Jovem Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ, o professor Felipe atua nas áreas de língua inglesa; estudos de tradução; tradução intercultural; discursos literários anglófonos e lusófonos; literatura comparada; literaturas africanas e literaturas afrodiaspóricas.

A segunda apresentação, “Traduzindo a Negritude: Avanços e Impasses”, foi feita pela professora Maria Aparecida Ferreira de Andrade Salgueiro. Doutora em Letras pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Pós-doutora pela Universidade de Londres, Cida é professora titular do Instituto de Letras da UERJ, onde atua há mais de 30 anos. É pesquisadora 1D do CNPq, Cientista do Nosso Estado FAPERJ, PROCIENTISTA UERJ, Líder do Grupo de Pesquisa “Discurso e Estudos da Tradução” do CNPq e Coordenadora-Geral do Escritório Modelo de Tradução Ana Cristina César. Pesquisadora visitante das universidades de Dartmouth e Houston, a professora Cida Salgueiro é autora de livros, capítulos e artigos sobre Literaturas afro-diaspóricas no Brasil e no exterior, com destaque para a recente publicação da antologia bilíngue “Contemporary Afro-Brazilian Short Fiction”, da coleção “Literature and Translation”, lançada pela editora da Universidade de Londres em outubro de 2024. Para além da sua produção individual, destaco a atuação de Cida na formação de gerações de pesquisadores e tradutores de literaturas afro-diaspóricas através das suas orientações.

A terceira apresentação, “Traduzindo Poetry Slam: uma experiência de tradução supervisionada para a Festa Literária das Periferias”, foi feita pela professora Marcela Iochem Valente. Doutora em Letras – Estudos da Linguagem pela PUC-Rio, com pesquisa em Estudos da Tradução, e mestre em Literaturas de Língua Inglesa pela UERJ, com pesquisa em estudos afro-americanos e Tradução, Marcela enfoca a recepção da literatura (afro)brasileira traduzida no exterior e o ensino de Línguas para Fins Específicos. Professora Associada do setor de Língua Inglesa da UERJ, Marcela foi Idealizadora da Pós-graduação Lato Sensu em Tradução em Língua Inglesa, é coordenadora do Escritório Modelo de Tradução Ana Cristina César, é coordenadora da Pós-graduação Lato Sensu em Linguística Aplicada: Inglês como Língua Estrangeira; e integra linhas de pesquisa como “África, diáspora africana e estudos de tradução” e “A voz e o olhar do outro: questões de gênero e etnia nas Literaturas de Língua Inglesa”.

No dia 09/05, mesa-redonda de número 7: Poesia, tradução e teoria

A mesa foi composta por mim e pelos professores Renato Venâncio (UERJ), cujo tema foi “Relato de experiência sobre a orientação e a revisão de traduções de contos de Adjutor Rivard e frei MArie-Victorin”, e Danilo Serpa (UERJ), cujo tema foi “Hölderlin, tradução (de Píndaro), poesia e teoria: junções e disjunções”.

Meu tema, “A tradução do verso livre”, compõe uma sequência de apresentações e publicações que tenho feito em torno do verso livre poético. No Seminário, abordei o desafio da tradução do verso livre, um tema que considero de grande relevância para a formação de tradutores de poesia contemporânea, já que a maior parte da produção poética ocidental nas últimas décadas se dá nesse formato. Contudo, chamei atenção para o fato de que o conceito de “verso livre” é excessivamente amplo e impreciso, funcionando muitas vezes como um “não-conceito” — ou seja, definido mais por negação (o que não é verso fixo) do que por parâmetros positivos e descritivos.

Para ilustrar essa ambiguidade, contrastei o verso livre com o soneto, uma forma poética de contornos bem definidos, cuja estrutura permite ao leitor e ao tradutor reconhecer inovações e especificidades no uso da forma. Já o verso livre, por carecer de parâmetros claros, não oferece um horizonte de expectativas que nos permita reconhecer suas variantes formais, o que dificulta tanto a leitura crítica quanto o trabalho tradutório.

Também explorei como essa indefinição impacta a prática da tradução: muitos tradutores, diante da ausência de critérios objetivos, acabam transformando os poemas em prosa fragmentada ou exageram no registro poético da língua de chegada, descaracterizando o original. Por outro lado, tradutores mais atentos se veem diante de uma incerteza constante e tendem a adotar abordagens excessivamente individualizadas, o que pode levar a práticas subjetivistas e pouco sistematizadas.

Nesse contexto, destaquei a tese de Marina Della Valle, que, ao entrevistar dez tradutores-poetas brasileiros, revela como cada um adota métodos próprios para cada poema, considerando fatores como ritmo, sensibilidade estética e formação pessoal. Problematizando essa abordagem centrada exclusivamente na subjetividade do tradutor, argumentei que elementos objetivos — como padrões de sílabas, acentos, aliterações e assonâncias — muitas vezes são tratados como abstratos, quando, na verdade, podem e devem ser analisados de maneira sistemática.

Como contraponto, apresentei minha própria proposta de sistematização do que chamo de “Verso Livre Novo”, uma subcategoria que venho identificando, estudando e traduzindo. A partir da análise de técnicas recorrentes e de subtipos formais específicos, desenvolvi um método de leitura e tradução que visa permitir um debate mais claro, compartilhável e crítico, afastando-se da mitificação da figura do tradutor-gênio-eleito.

Ao final, defendi uma prática tradutória mais horizontal, transparente e metodologicamente fundamentada, que permita não apenas avaliar traduções com base em critérios minimamente consensuais, mas também formar tradutores mais conscientes dos desafios e possibilidades da tradução de verso livre. Com isso, busco contribuir para o enriquecimento dos estudos da tradução poética contemporânea, oferecendo ferramentas críticas e práticas aplicáveis ao campo.

XXIII UCSB Hispanic and Lusophone Conference

No dia 17 de abril de 2025, participei da XXIII Hispanic and Lusophone Conference da UCSB, onde apresentei mais um trabalho sobre o Verso Livre. Dessa vez, propus-me a refletir e oferecer elementos para uma história comparada do verso livre da e na América Latina.

A hipótese que, por si só, desafia as narrativas dominantes, que tendem a situar o verso livre como fenômeno majoritariamente anglófono ou francófono e a sua disseminação global como resultado da dinâmica de influência entre metrópole e periferia.

A dupla preposição – da e na – lança luz sobre um aspecto importante da investigação, a saber: a exploração de uma fresta no campo de estudos sobre o verso livre ligada à indefinição do conceitu. Além de meramente circular na América Latina – e, assim, ser passível de uma historiografia local -, será que a busca por linguagens expressivas próprias teria possibilitado o surgimento de linhagens especificamente latino-americanas desse modo poético?

Tratou-se da minha primeira apresentação feita integralmente em espanhol. Minha participação no evento, sediado na Universidade da Califórnia Santa Bárbara, foi realizada por Zoom.

Título: El verso libre de y en América Latina: elementos para una historia comparada

Resúmen: El surgimiento del verso libre moderno impactó significativamente los regímenes poéticos occidentales, marcando una profunda ruptura en los estudios sobre la versificación. Las lenguas portuguesa y española, por ejemplo, ricas en tratados y manuales sobre versificación tradicional, padecen una notable escasez de obras dedicadas al verso libre. Este hecho contrasta con su consolidación como el régimen poético predominante en la poesía moderna y contemporánea de ambas lenguas, lo que representa una grave pérdida para la comprensión de los aspectos formales y estilísticos de la poesía reciente. En contraste, los sistemas poéticos de lengua inglesa y francesa, prolíficos en investigaciones sobre el tema, han consolidado una narrativa que presenta las innovaciones del versolibrismo como un fenómeno originado en EE. UU. y Francia, y las producciones latinoamericanas como reflejos derivados de la dinámica de influencia metrópoli-periferia. Sin embargo, a diferencia de formas como el soneto, el verso libre nunca tuvo una definición consensuada ni un modelo a ser exportado. Aunque los primeros movimientos hacia el verso libre moderno surgieron en estos países, la sistematización de sus subcategorías ocurrió a lo largo de décadas bajo la influencia de diversas matrices poéticas. El versolibrismo, como un gesto de liberación frente a la tradición, asimilado a la poesía de países latinoamericanos marcados por procesos históricos de descolonización, fue resignificado por poetas “al margen” como José Martí (Cuba), Vicente Huidobro (Chile) y Oswald de Andrade (Brasil). Así, lo que se propone es discutir la viabilidad de una historiografía comparada del verso libre de y en América Latina, buscando proporcionar herramientas para una contranarrativa de su trayectoria a través de la presentación de elementos lingüísticos y culturales específicos de la región que contribuyeron a consolidarlo a nivel global. Con ello, se espera fomentar una mayor articulación entre la práctica difundida del verso libre y la crítica literaria.

Minibio: Hailing from the vibrant city of Rio de Janeiro, João Moura Fernandes is a poet, editor, translator, and curator with works published by several academic and literary magazines in Brazil and the U.S. Currently a Ph. D. Candidate at the Rio de Janeiro State University, João holds bachelor’s degrees in Portuguese from the Pontifical Catholic University of Rio de Janeiro and in Communication Studies from the Rio de Janeiro Federal University. Recently enrolled as a Visiting Assistant in Research at Yale University, his creative and academic research explores free verse’s rhythmic and formal innovations.

Programa do evento:

XXIII UCSB Hispanic and Lusophone Conference

No dia 17 de abril de 2025, participei da XXIII Hispanic and Lusophone Conference da UCSB, onde apresentei mais um trabalho sobre o Verso Livre. Dessa vez, propus-me a refletir e oferecer elementos para uma história comparada do verso livre da e na América Latina.

A hipótese que, por si só, desafia as narrativas dominantes, que tendem a situar o verso livre como fenômeno majoritariamente anglófono ou francófono e a sua disseminação global como resultado da dinâmica de influência entre metrópole e periferia.

A dupla preposição – da e na – lança luz sobre um aspecto importante da investigação, a saber: a exploração de uma fresta no campo de estudos sobre o verso livre ligada à indefinição do conceitu. Além de meramente circular na América Latina – e, assim, ser passível de uma historiografia local -, será que a busca por linguagens expressivas próprias teria possibilitado o surgimento de linhagens especificamente latino-americanas desse modo poético?

Tratou-se da minha primeira apresentação feita integralmente em espanhol. Minha participação no evento, sediado na Universidade da Califórnia Santa Bárbara, foi realizada por Zoom.

Título: El verso libre de y en América Latina: elementos para una historia comparada

Resúmen: El surgimiento del verso libre moderno impactó significativamente los regímenes poéticos occidentales, marcando una profunda ruptura en los estudios sobre la versificación. Las lenguas portuguesa y española, por ejemplo, ricas en tratados y manuales sobre versificación tradicional, padecen una notable escasez de obras dedicadas al verso libre. Este hecho contrasta con su consolidación como el régimen poético predominante en la poesía moderna y contemporánea de ambas lenguas, lo que representa una grave pérdida para la comprensión de los aspectos formales y estilísticos de la poesía reciente. En contraste, los sistemas poéticos de lengua inglesa y francesa, prolíficos en investigaciones sobre el tema, han consolidado una narrativa que presenta las innovaciones del versolibrismo como un fenómeno originado en EE. UU. y Francia, y las producciones latinoamericanas como reflejos derivados de la dinámica de influencia metrópoli-periferia. Sin embargo, a diferencia de formas como el soneto, el verso libre nunca tuvo una definición consensuada ni un modelo a ser exportado. Aunque los primeros movimientos hacia el verso libre moderno surgieron en estos países, la sistematización de sus subcategorías ocurrió a lo largo de décadas bajo la influencia de diversas matrices poéticas. El versolibrismo, como un gesto de liberación frente a la tradición, asimilado a la poesía de países latinoamericanos marcados por procesos históricos de descolonización, fue resignificado por poetas “al margen” como José Martí (Cuba), Vicente Huidobro (Chile) y Oswald de Andrade (Brasil). Así, lo que se propone es discutir la viabilidad de una historiografía comparada del verso libre de y en América Latina, buscando proporcionar herramientas para una contranarrativa de su trayectoria a través de la presentación de elementos lingüísticos y culturales específicos de la región que contribuyeron a consolidarlo a nivel global. Con ello, se espera fomentar una mayor articulación entre la práctica difundida del verso libre y la crítica literaria.

Minibio: Hailing from the vibrant city of Rio de Janeiro, João Moura Fernandes is a poet, editor, translator, and curator with works published by several academic and literary magazines in Brazil and the U.S. Currently a Ph. D. Candidate at the Rio de Janeiro State University, João holds bachelor’s degrees in Portuguese from the Pontifical Catholic University of Rio de Janeiro and in Communication Studies from the Rio de Janeiro Federal University. Recently enrolled as a Visiting Assistant in Research at Yale University, his creative and academic research explores free verse’s rhythmic and formal innovations.

Programa do evento:

TraveLanguage – a Script

Showcased Works

  1. Eye-Poems

My initial foray into expanded poetry was through the creation of eye-poems. These works, composed of irregular lines, are focused on capturing specific scenes and objects, aiming to evoke the presence of something tangible in a particular moment. The sense of vision was central to this exploration of expanded poetic form.

  • Eye-Poem 1: Set in New Haven Green, this poem captures an everyday scene where a smashed fruit lies on the ground among joggers and passersby. The poem’s pivotal moment features a seed that gleams within the fruit, only to be suddenly pecked. The Portuguese verb “bicada” adds a layer of complexity, as it can mean both “kicked by someone” and “beaked by a bird,” leaving the image open to interpretation.
  • Eye-Poem 2: This piece is rooted in a memory of mine, depicting a forest fire spreading across a hill during an orange sunset, resembling a golden hat.

2. Dialogic Poems Inspired by Comic Books

This series of works draws inspiration from the techniques found in comic books and serial literature, particularly René Magritte’s painting The Lovers. The romantic yet disconnected imagery of the veiled kiss is reimagined in pairs of dialogues. One lover expresses a romantic idea, while the other responds with a disagreement, weaving references to historical events, music, and art, as well as iconic works like Shakespeare’s Romeo and Juliet and Fernando Pessoa’s Eros and Psiquê.

3. Infra-Reading: “Jaque Mate” by Augusto de Campos

This experiment revisits Augusto de Campos’ poem “Jaque Mate,” originally shaped like a chess piece. My infra-reading technique starts at the poem’s end, working backward step by step. This approach emphasizes the inseparability of a poem from its material form, highlighting how the message and its rendering are intrinsically linked.

4. O Pequeno Criado (The Little Servant)

In this piece, line breaks are used to create a dual meaning between a “criado” (an enslaved person) waiting by the bed and a “criado-mudo” (a bedside table). The original poem is presented in Portuguese with a black background, accompanied by a photograph. An English translation explores the polysemy of the original, followed by a simplified version that loses much of the cultural nuance, underscoring the losses inherent in translation.

5. Verbivocovisual Poem: The Persistence of Verse

This poem examines the persistence of verse as the foundation of poetic creation, even amid avant-garde movements like the metaverse. The term “verse” pulsates rhythmically within the poem, symbolizing its enduring presence. The poem concludes when the rhythm dissipates, giving way to prose.

6. 3D Object Poem: The Verse Roulette

This three-dimensional object poem is a customized hand spin casino roulette. The still center represents the verse, while the moving edges symbolize the experimental approaches that alter verse within different poetic regimes. Although participants can spin the roulette, the verse remains steadfast at the core, highlighting the permanence of verse.

7. Gambling and Permanence in Poetry

Building on the concept of chance, this poem draws inspiration from Stephane Mallarmé’s Un coup de Dés jamais n’abolira le hasard, a foundational modern poem that expanded the boundaries of poetic language through typography. The work reinterprets Mallarmé’s exploration of chance within the poetic form.

8. Poemeasure: A Tool for Measuring the Poetic

Finally, I present poemeasure, a conceptual tool that replaces numerical measurements with letters to gauge the poetic. Its interpretation is left open-ended, inviting reflection on what it means to measure the poetic.


Acknowledgments

I extend my gratitude to Professor Patrícia Lino for encouraging me to navigate the intersections of research, criticism, and creative writing. I also thank you for your attention and hope you find resonance in these works.

About the Artist

João Moura Fernandes is a Brazilian poet currently pursuing his Ph.D. at the State University of Rio de Janeiro and working as a Visiting Assistant in Research at Yale University. His research delves into the poetic forms and rhythms found in modern and contemporary poetry. The Expanded Brazilian Poetry course by Professor Patrícia Lino has been instrumental in broadening his perspectives and influencing his creative process.